domingo, 14 de agosto de 2011

Atividade 3: Relações entre o texto "O mito da caverna", o filme "Matrix" e a realidade em que vivemos

Olá Turma.
Segue abaixo uma síntese do texto "o mito da caverna".
Vocês devem estabelecer relações entre esse texto e o filme "MATRIX", identificando elementos comuns entre o texto e o filme. Em seguida, vocês devem estabelecer relações entre as dicussões feitas no texto e no filme com o mundo real, ou seja, o mundo em que vivemos.
 
O Mito da Caverna
Platão

Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para a frente, não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior.
 
A luz que ali entra provém de uma imensa e alta fogueira externa. Entre ela e os prisioneiros - no exterior, portanto - há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes. Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas.

Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela, os prisioneiros enxergam na parede do fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam.

Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna.

Que aconteceria, indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria.

Num primeiro momento, ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol, e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda sua vida, não vira senão sombras de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade.
 
Libertado e conhecedor do mundo, o priosioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los.

Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo.
 
Extraído do livro "Convite à Filosofia" de Marilena Chaui.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Segunda atividade: Fale um pouco sobre você

Nesta atividade, você deve fazer uma se apresentar para os colegas da sala.
Traçe um perfil da sua pessoa e fale sobre sua experiência escolar e profissional, suas motivações para a escolha pela profissão docente e pelo curso de Matemática, suas dificuldades e os aspectos positivos e negativos apresentados ao longo desse período em que está frequentando o curso.

Essa é uma ótima oportunidade para conhecer melhor os colegas de turma e para que eles te conheçam melhor. Por isso, escreva à vontade.

Primeira atividade: cadastramento como seguidor do blog

Caro aluno.

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